Fábrica de Loiça de Sacavém. Para uma história da faiança em Portugal

Exposição que aprofunda o conhecimento sobre a Fábrica de Loiça de Sacavém, alargando a sua contextualização ao panorama industrial do concelho, desde meados do século XIX ao início do século XXI. Partindo exclusivamente da coleção do Museu, aliando a riqueza do arquivo empresarial da Fábrica de Loiça de Sacavém às peças, evocam-se os principais aspetos da história e da vasta produção da Fábrica, associando-os à funcionalidade, à forma e à decoração.

Patente até final de 2020, no Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

Vivências Quotidianas do Convento de Cristo após a extinção da Ordem, através da cultura material e documental

Exposição feita numa parceria entre o Município de Loures e a Direção Geral do Património Cultural.

Em 2015, realizou-se a limpeza de um edifício do Convento de Cristo, a Nitreira, que foi devidamente acompanhada por trabalhos arqueológicos, situação que permitiu a recolha de um acervo constituído por inúmeros fragmentos de cerâmicas, vidros, metal e osso.

Dentro do núcleo dos fragmentos em cerâmica, destacam-se os que, constituindo a maioria, foram identificados como provenientes de fábricas nacionais e estrangeiras, e das nacionais, especificamente da Fábrica de Loiça de Sacavém (FLS).  

A génese desta exposição e, que predomina ao longo do percurso expositivo proposto, é a arqueologia, sendo desta vez o objeto principal o simples fragmento de uma peça, que será comunicado e tornado “acessível” a todo o público, através da ilustração gráfica da exposição, nomeadamente, através de fotografias de época de espaços, ambientes e personagens, e de documentos técnicos, que complementam, contextualizam e explicam os objetos expostos. A produção da FLS é também e, pela primeira vez, estudada e exposta numa perspetiva arqueológica.

Patente até final de 2020, no Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

Quando nós somos os Outros. Loures no caminho para a Interculturalidade

A exposição “Quando nós somos os outros” é a janela através da qual espreitamos para o projeto “Loures no caminho da interculturalidade”.

Loures é um concelho multicultural, onde vive e coexiste uma grande diversidade de pessoas, práticas e costumes.

Ajudar a conhecer e a compreender melhor essa diversidade que faz parte do nosso dia-a-dia, partilhar perceções e experiências de tantas vidas da(s) nossa(s) comunidade(s), é o objetivo que pretendemos alcançar, com esta exposição.

Colocarmo-nos no lugar do outro é o desafio que lançamos com este projeto.

A diversidade cultural que se vive no concelho encontra um paralelo curioso na diversidade genética que cada um de nós tem em si próprio. A diáspora da humanidade está presente no nosso ADN. 

O projeto crescerá, outras janelas para o conhecimento se abrirão, outras oportunidades de partilha encontraremos.

Patente até 2022, no Museu Municipal de Loures.

 

Loures. Narrativas de um Território

Através desta exposição, o visitante é convidado a conhecer o território de Loures desde a pré-história até aos nossos dias. Com cerca de trinta objetos pertencentes a diferentes épocas, são estabelecidas ligações ao passado recente e longínquo, bem como à construção de várias identidades que convivem no nosso território. 

São centenas de gerações que têm lugar na nossa memória coletiva e que estão representadas no Museu através de objetos e documentos, para que nos relembremos sempre de onde viemos, onde estamos e para onde queremos ir, com maior conhecimento de nós próprios.

Patente até novembro 2019, no Museu Municipal de Loures.

 

Bucelas. Terra do Arinto

Exposição permanente do Museu do Vinho e da Vinha de Bucelas, abordando a região demarcada do vinho de Bucelas, as principais fases de trabalho da vinha e os meios tradicionais de produção do vinho. É possível, ainda, observar o que resta da adega da antiga casa que alberga hoje o Museu, outrora propriedade de uma das famílias vitivinícolas mais importantes desta região.

 

O Museu. Chão de Memórias

A exposição tem como ponto de partida o próprio edificado do Museu, um espaço construído, uma casa de várias famílias, local de encontro e memórias. Inserido no cruzamento de importantes redes viárias, enquadrado com o Largo do Espírito Santo e capela do mesmo nome sempre esteve perfeitamente integrado na malha e nas dinâmicas urbanas de Bucelas. 

A exposição está repartida por três núcleos, dando a conhecer as vivências destes espaços e os diálogos entre o privado e o público, pondo em destaque quer os trabalhos arqueológicos em curso, no Largo do Esprito Santo, quer as vivências e memórias das várias famílias que os habitaram e que ao longo dos séculos XIX e XX foram seus proprietários.

Patente até setembro de 2019, no Museu do Vinho e da Vinha de Bucelas.

 

Linhas de Torres – Contributo da população civil no esforço de guerra

Exposição permanente no Centro de Interpretação das Linhas de Torres, abordando o período das Invasões Francesas e o esforço da população na edificação das fortificações que protegeram a capital do Reino dos exércitos napoleónicos, em 1810.

 

Do castelo às fábricas em Loures. Um percurso industrial feito de memórias vividas

Exposição alusiva ao Património Industrial do Município de Loures, que faz uma retrospetiva do desenvolvimento industrial no concelho, sobretudo a partir dos meados do século XIX, não descurando as suas origens pré e proto industriais.

Patente até início de 2020, na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe

 

Coleção Municipal de Artes Visuais

Cerca de 50 obras, pertencentes à Coleção Municipal de Artes visuais, integram a exposição patente na Galeria Municipal Vieira da Silva.
A exposição que apresenta obras de pintura, escultura, desenho, fotografia, entre outras, dá a conhecer o espólio adquirido pelo Município de Loures ou doado por artistas, ao longo dos anos, no âmbito da realização de exposições, concursos e outros eventos.

Patente até 7 de setembro, na Galeria Municipal Vieira da Silva

 

MARIA BEATITUDE | Raízes

Exposição de pintura e instalação que apresenta obras de cariz figurativo aliadas a outras de cariz mais concetual, onde a temática da nossa origem, raiz e história é abordada. «Traços de uma memória relembrada onde luz e sombra compõem uma imagem base, que permaneceu como sustentáculo de uma história contada ao longo do tempo.»
Beatitude cria, nas suas obras, pequenas narrativas em torno de gestos, expressões e misteriosos detalhes, tendo como figura central a mulher e a mancha como símbolo da nossa efémera existência.

Patente até 20 de setembro, na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe