Quando nós somos os Outros. Loures no caminho para a Interculturalidade.

A exposição “Quando nós somos os outros” é a janela através da qual espreitamos para o projeto “Loures no caminho da interculturalidade”.

Loures é um concelho multicultural, onde vive e coexiste uma grande diversidade de pessoas, práticas e costumes.

Ajudar a conhecer e a compreender melhor essa diversidade que faz parte do nosso dia-a-dia, partilhar perceções e experiências de tantas vidas da(s) nossa(s) comunidade(s), é o objetivo que pretendemos alcançar, com esta exposição.

Colocarmo-nos no lugar do outro é o desafio que lançamos com este projeto.

A diversidade cultural que se vive no concelho encontra um paralelo curioso na diversidade genética que cada um de nós tem em si próprio. A diáspora da humanidade está presente no nosso ADN. 

O projeto crescerá, outras janelas para o conhecimento se abrirão, outras oportunidades de partilha encontraremos.

Patente até dezembro de 2022, no Museu Municipal de Loures.

 

Loures no Caminho da Interculturalidade. Desde Quando?

Aceite o convite e viaje no tempo com a exposição Loures no Caminho da Interculturalidade. Desde Quando? 

Conheça quem pelo território de Loures passou e como ainda hoje se reconhecem marcas dessa presença.

Saiba como gente tão diferente, com origens diversas, determinaram a nossa cultura.

 

Patente até dezembro de 2022, no Museu Municipal de Loures.

 

Fábrica de Loiça de Sacavém. Para uma história da faiança em Portugal.

Exposição que aprofunda o conhecimento sobre a Fábrica de Loiça de Sacavém, alargando a sua contextualização ao panorama industrial do concelho, desde meados do século XIX ao início do século XXI. Partindo exclusivamente da coleção do Museu, aliando a riqueza do arquivo empresarial da Fábrica de Loiça de Sacavém às peças, evocam-se os principais aspetos da história e da vasta produção da Fábrica, associando-os à funcionalidade, à forma e à decoração.

Patente até dezembro de 2022, no Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

Vivências Quotidianas do Convento de Cristo após a extinção da Ordem, através da cultura material e documental.

Exposição feita numa parceria entre o Município de Loures e a Direção Geral do Património Cultural.

Em 2015, realizou-se a limpeza de um edifício do Convento de Cristo, a Nitreira, que foi devidamente acompanhada por trabalhos arqueológicos, situação que permitiu a recolha de um acervo constituído por inúmeros fragmentos de cerâmicas, vidros, metal e osso.

Dentro do núcleo dos fragmentos em cerâmica, destacam-se os que, constituindo a maioria, foram identificados como provenientes de fábricas nacionais e estrangeiras, e das nacionais, especificamente da Fábrica de Loiça de Sacavém (FLS).  

A génese desta exposição e, que predomina ao longo do percurso expositivo proposto, é a arqueologia, sendo desta vez o objeto principal o simples fragmento de uma peça, que será comunicado e tornado “acessível” a todo o público, através da ilustração gráfica da exposição, nomeadamente, através de fotografias de época de espaços, ambientes e personagens, e de documentos técnicos, que complementam, contextualizam e explicam os objetos expostos. A produção da FLS é também e, pela primeira vez, estudada e exposta numa perspetiva arqueológica.

Patente até final de 2021, no Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

Bucelas. Terra do Arinto.

Exposição permanente do Museu do Vinho e da Vinha de Bucelas, abordando a região demarcada do vinho de Bucelas, as principais fases de trabalho da vinha e os meios tradicionais de produção do vinho. É possível, ainda, observar o que resta da adega da antiga casa que alberga hoje o Museu, outrora propriedade de uma das famílias vitivinícolas mais importantes desta região.

 

Linhas de Torres – Contributo da população civil no esforço de guerra

Exposição permanente no Centro de Interpretação das Linhas de Torres, abordando o período das Invasões Francesas e o esforço da população na edificação das fortificações que protegeram a capital do Reino dos exércitos napoleónicos, em 1810.

 

Cruzeiros e pelourinhos de Portugal

Símbolos de religiosidade e de autonomia administrativa,  cruzeiros e pelourinhos são peças fundamentais do património cultural edificado do nosso território.

Maioritariamente construídos entre os séculos XVI e XVIII,  de gramática decorativa gótica, manuelina e barroca, exibiam elementos da iconografia cristã e da imagética do poder local.

Esta exposição de 40 miniaturas, parte duma coleção de 38 cruzeiros e 54 pelourinhos,  foi possível graças ao contributo da família de José da Silva Pedro, filho e nora, assim como aos vários municípios que colaboraram connosco.

Modeladas pelo artista, em barro refratário, destacam aquele que é talvez o principal fio condutor da obra deste artista: o culto do pormenor.

 

Patente até dezembro de 2022, na Casa Museu José Pedro

 

BEATRIZ NETO | Before it all

BEATRIZ NETO | Before it all
Galeria Municipal Vieira da Silva
Loures 

Beatriz Neto foi a vencedora da JOV'ARTE | Bienal Jovem 2019 e, no seguimento do prémio recebido, a artista apresenta, na Galeria Municipal Vieira da Silva, a sua primeira exposição individual, dando a conhecer o seu percurso e pensamento artístico através dos mais recentes projetos realizados, reunindo trabalhos centrados em ideias e relações espaço - temporais complexas, ligadas á nossa identidade individual e coletiva, incorporando um interesse pela história da arte, filosofia, política e geografia.
Através de estudos de caso, materializados nas suas instalações, vídeos, fotografias e documentação, a artista dá corpo a uma reflexão sobre a nossa relação com o território, a forma como contruímos sobre ele uma identidade ao longo da história, mas também sobre as narrativas que estes lugares carregam em si mesmos.

Encontra-se patente ao público até 13 de agosto de 2022.


 

ANA MONTEIRO | Sala de estar - Um olhar sobre a quarentena | Exposição Virtual

ANA MONTEIRO | Sala de estar - Um olhar sobre a quarentena | Exposição Virtual 

A artista mostra nesta exposição obras que testemunham vivências de uma quarentena que afetou o Mundo. Fotografias carregadas de sentimentos, de emoções nunca vivenciadas.

Disponível até ao dia 25 de junho.

Visite aqui: bit.ly/ana-monteiro-sala-de-estar



 

𝔸ℝ𝕋𝔼, 𝔸 𝔽𝕆ℝÇ𝔸 𝔻𝔸 ℙ𝔸ℤ - EXPOSIÇÃO COLETIVA

Não há tema mais adequado do que o que atribuímos à nossa exposição Arte, a Força da Paz. Depois de dois anos de pandemia e de crise económica, em que tivemos condições para refletir coletivamente sobre a relação que temos, não só uns com os outros, mas com outros seres que partilham a mesma casa, o Planeta Terra, surge a Guerra e as atrocidades a ela associadas. Os mais conscientes, os mais universalistas, os maiores portadores de dores coletivas e de uma visão mais alargada dos horizontes longínquos, aparentemente menos óbvios, onde, por norma, se destacam os artistas, iniciaram uma reflexão profunda sobre a fragilidade da vida, as incertezas causadas por um vírus que, provavelmente, geramos mesmo não sendo de uma forma consciente e artificial, mas natural, através da pressão que exercermos na mãe natureza e com ações megalómanas de mentes dementes, ainda que insuportavelmente poderosas. A verdadeira arte pode até ser decorativa, mas o seu objetivo deve ser o de despertar consciências, procurar ajudar a produzir pensamentos sobre oque nos rodeia e que nos atinge, mesmo que indiretamente, auxilia na formação de opiniões e ideias. Neste caos, a arte também conforta e transmite esperança.

Está patente ao público até 20 de agosto, na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe, em Santa Iria da Azóia 

 

Estórias de outras ruas

Exposição de trabalhos realizados pelos alunos do Agrupamento de Escolas Maria Keil, patente de 18 de junho a 24 de setembro na Galeria Municipal Vieira da Silva, no Parque Adão Barata, em Loures. 

Esta mostra surge no âmbito da programação de homenagem a Maria Keil, que está a acontecer desde o dia 7 junho e se prolonga até 24 de setembro.


 

Um montão de imagens quebradas onde bate o sol de Leonardo Sousa

Exposição de vídeo, colagem,pintura e escultura.

 “Um Montão de Imagens Quebradas onde bate oSol” conduz-nos a uma viagem à ilha de Hommage, lugar delocalização desconhecida. 

Através de material recolhido nessa visita, comovídeos, fotografias ou pinturas, foram produzidas as obras expostas que atravésdessa compilação reconstrói uma realidade fragmentada. Cabe ao espectador atarefa de reunir e completar as partes apresentadas e reconstruir a sua própriaviagem fictícia conforme as suas referências questionando-se sobre a visão dasua própria realidade.

Patente ao público até 8 de julho, na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe - Santa Iria da Azóia