Quando nós somos os Outros. Loures no caminho para a Interculturalidade.

A exposição “Quando nós somos os outros” é a janela através da qual espreitamos para o projeto “Loures no caminho da interculturalidade”.

Loures é um concelho multicultural, onde vive e coexiste uma grande diversidade de pessoas, práticas e costumes.

Ajudar a conhecer e a compreender melhor essa diversidade que faz parte do nosso dia-a-dia, partilhar perceções e experiências de tantas vidas da(s) nossa(s) comunidade(s), é o objetivo que pretendemos alcançar, com esta exposição.

Colocarmo-nos no lugar do outro é o desafio que lançamos com este projeto.

A diversidade cultural que se vive no concelho encontra um paralelo curioso na diversidade genética que cada um de nós tem em si próprio. A diáspora da humanidade está presente no nosso ADN. 

O projeto crescerá, outras janelas para o conhecimento se abrirão, outras oportunidades de partilha encontraremos.

Patente até 2022, no Museu Municipal de Loures.

 

Loures no Caminho da Interculturalidade. Desde Quando?

Aceite o convite e viaje no tempo com a exposição Loures no Caminho da Interculturalidade. Desde Quando? 

Conheça quem pelo território de Loures passou e como ainda hoje se reconhecem marcas dessa presença.

Saiba como gente tão diferente, com origens diversas, determinaram a nossa cultura.

 

Patente até 2022, no Museu Municipal de Loures.

 

Fábrica de Loiça de Sacavém. Para uma história da faiança em Portugal.

Exposição que aprofunda o conhecimento sobre a Fábrica de Loiça de Sacavém, alargando a sua contextualização ao panorama industrial do concelho, desde meados do século XIX ao início do século XXI. Partindo exclusivamente da coleção do Museu, aliando a riqueza do arquivo empresarial da Fábrica de Loiça de Sacavém às peças, evocam-se os principais aspetos da história e da vasta produção da Fábrica, associando-os à funcionalidade, à forma e à decoração.

Patente até final de 2021, no Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

Vivências Quotidianas do Convento de Cristo após a extinção da Ordem, através da cultura material e documental.

Exposição feita numa parceria entre o Município de Loures e a Direção Geral do Património Cultural.

Em 2015, realizou-se a limpeza de um edifício do Convento de Cristo, a Nitreira, que foi devidamente acompanhada por trabalhos arqueológicos, situação que permitiu a recolha de um acervo constituído por inúmeros fragmentos de cerâmicas, vidros, metal e osso.

Dentro do núcleo dos fragmentos em cerâmica, destacam-se os que, constituindo a maioria, foram identificados como provenientes de fábricas nacionais e estrangeiras, e das nacionais, especificamente da Fábrica de Loiça de Sacavém (FLS).  

A génese desta exposição e, que predomina ao longo do percurso expositivo proposto, é a arqueologia, sendo desta vez o objeto principal o simples fragmento de uma peça, que será comunicado e tornado “acessível” a todo o público, através da ilustração gráfica da exposição, nomeadamente, através de fotografias de época de espaços, ambientes e personagens, e de documentos técnicos, que complementam, contextualizam e explicam os objetos expostos. A produção da FLS é também e, pela primeira vez, estudada e exposta numa perspetiva arqueológica.

Patente até final de 2021, no Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

Bucelas. Terra do Arinto.

Exposição permanente do Museu do Vinho e da Vinha de Bucelas, abordando a região demarcada do vinho de Bucelas, as principais fases de trabalho da vinha e os meios tradicionais de produção do vinho. É possível, ainda, observar o que resta da adega da antiga casa que alberga hoje o Museu, outrora propriedade de uma das famílias vitivinícolas mais importantes desta região.

 

Linhas de Torres – Contributo da população civil no esforço de guerra

Exposição permanente no Centro de Interpretação das Linhas de Torres, abordando o período das Invasões Francesas e o esforço da população na edificação das fortificações que protegeram a capital do Reino dos exércitos napoleónicos, em 1810.

 

Cruzeiros e pelourinhos de Portugal

Símbolos de religiosidade e de autonomia administrativa,  cruzeiros e pelourinhos são peças fundamentais do património cultural edificado do nosso território.

Maioritariamente construídos entre os séculos XVI e XVIII,  de gramática decorativa gótica, manuelina e barroca, exibiam elementos da iconografia cristã e da imagética do poder local.

Esta exposição de 40 miniaturas, parte duma coleção de 38 cruzeiros e 54 pelourinhos,  foi possível graças ao contributo da família de José da Silva Pedro, filho e nora, assim como aos vários municípios que colaboraram connosco.

Modeladas pelo artista, em barro refratário, destacam aquele que é talvez o principal fio condutor da obra deste artista: o culto do pormenor.

 

Patente até 2022, na Casa Museu José Pedro